sábado, 25 de abril de 2009

Love like Tiffany's




“I love you. You belong to me.

No. People don't belong to people.

Of course they do.

Nobody's going to put me in a cage.

I want to love you.

It's the same thing.

No, it's not! Holly!

I'm not Holly. I'm not Lulamae, either. I don't know who i am!

I'm like cat here, a no-name slob.

We belong to nobody, and nobody belongs to us.

We don't even belong to each other.”




in Breakfast at Tiffany's (1961)


Filipa Moreno


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Sátira Política



Conferência - Sátira Política, Fins e Efeitos na Sociedade, hoje no ISCSP, integrada nas Jornadas de Ciência Política com organização do Núcleo de Ciência Política do instituto.

António Antunes, cartoonista do Expresso; Nuno Artur Silva, director das Produções Fictícias; e Ricardo Araújo Pereira, humorista, falaram durante mais de duas horas sobre o papel da sátira na política.

Abordaram-se temas como a liberdade de expressão e os limites do humor. Discutiram-se casos concretos, como o cartaz dos Gato Fedorento alusivo ao cartaz do PNR exposto no Marquês de Pombal ou ainda um momento de censura que marcou a carreira de Nuno Artur Silva - a exigência de exclusão de um texto ("A Última Ceia", que terá gerado polémica aquando do seu lançamento televisivo) de um livro que reunia algumas criações. A editora responsável era a Tv Guia, a qual, definindo-se como uma publicação familiar, alegava que o sketch feriria susceptibilidades derivado das alusões religiosas que continha. Quando o caso se tornou conhecido, a editora retirou o livro do mercado.





Abordou-se ainda o facto de o público ter conhecimento de acontecimentos da sociedade através das críticas humorísticas, que acabam também por salientar características de intervenientes no espaço público e situações que têm lugar no mesmo. A comprovar, citou-se o exemplo das personagens dos Gato Fedorento, como o treinador do Sporting, Paulo Bento.

Referiu-se também a satirização dos comentários de Marcelo Rebelo de Sousa, cujo conteúdo visava a questão do aborto, com direito a breves imitações de Ricardo Araújo Pereira.

Uma das conclusões dos convidados consistiu no objectivo do humor que fazem, a provocação do riso e não a intervenção política. Apesar das suas criações humorísticas terem, de facto, impacto político, das quais se destacam o Contra-Informação e os sketches e programas dos Gato Fedorento, não constituem actos políticos e não têm esse propósito.



Para terminar a tarde, um belo Frappuccino de Caramelo no Starbucks com a Honey.




Nota: Lamenta-se a fraca qualidade da fotografia.


Filipa Moreno



sexta-feira, 10 de abril de 2009

Back to the 90s




Ainda hoje, é aquela coisa...

Desafio toda a gente a conseguir ficar parado perante esta música.


Filipa Moreno

sábado, 4 de abril de 2009

The King




Should've lived in the fifties


Filipa Moreno

La Mousse au chocolat



Filipa Moreno